Me recuso fazer parte deste movimento.
Antes de mais nada, faço uma comparação, Nietzsche e Wagner.
Por qual caminho seguiu o velho amigo de Nietzsche?
Faço as mesmas comparações, por qual caminho chegou este
movimento, fracassado e bastardo "Sem pai, sem mãe" onde cada vez mais
só vejo pessoas com anseios pessoais, tentado se promover no meio deste
amontoado de pessoas insignificantes.
Hoje entendo perfeitamente as críticas feitas por um músico norueguês, musico muito influente neste meio.
"Negou ele fazer parte deste movimento, mesmo seguindo com seu velho projeto"
Hipocrisia? Acredito que não!
Negar fazer parte deste movimento, não quer dizer que você
abandonou os velhos acordes, timbres, até mesmo os gritos
representativos da sonoridade!
Abandonar, virar as costas para este movimento, nada mais é que uma
escolha de ego pessoal, deixando de lado toda mediocridade que
acompanha as pessoas que fazem parte de tudo isso.
Conheci boas pessoas e conheci péssimas pessoas durante todos estes
anos! E já posso fazer um balanço de tudo que vivi, escutei e
presenciei.
Viro as costas para este movimento, sem olhar para trás, não me
virei contra a música, me virei contra este movimento bastardo, onde uma
promoção pessoal é o mais importante.
Algumas querem ser mais que as outras, outras querem atrair mais
gente que as outras e me recuso fazer parte desta popularidade ridícula!
Não, não considero as pessoas que conheço por fazer parte deste movimento, não sou headbanger, não sou "Brother do Metal".
Sou apenas uma pessoa que sabe diferenciar boas atitudes,
comportamentos de caráter pessoal e me recuso fazer parte de um
movimento que se esquece disso.
Termino de escrever escutando o bom e velho Forgotten Woods
"O princípio e o chicote", banda que me levou ao conhecimento sobre o movimento já fracassado, Black Metal.
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